PoSToken – Uma nova forma de criptomoeda

Por esta altura, o termo cripto moeda (do inglês cripto currency), já não é novidade para muita gente. A palavra Bitcoin já aparece muitas vezes pelas notícias da comunicação social tradicional, muitas vezes associada a actividades ilícitas é certo, tal como outras moedas como Litecoin, Ethereum, Monero entre outras.
Eis que chega o PoSToken, o primeiro token de contrato inteligente com prova de participação (do Inglês Proof of Stake) do mundo na plataforma Ethereum. Baseia-se no ERC20 Token Standard e implementa todos os métodos padrão.
Moedas e Tokens novos aparecem todos os dias mas, no entanto, há alguns que se perpectivam com uma forte possibilidade de vingar no mundo das moedas digitais e o PoSToken é um desses projectos. A sua grande vantagem é que as pessoas que comprem o PoSToken e o guardem nas suas carteiras, digitais, vão poder “minerar” tokens extra por apenas o ter durante um período de tempo. A maior parte das carteiras suporta uma função mint(), cunhagem de moeda, que vai gastar uma pequena porção de Ethereum da carteira para gerar mais tokens. Exemplo

Como adquirir? Basta procurar no exchange Etherdelta ou então podem-se obter através do Airdrop que ainda esta a decorrer desde que se obedeçam a certas regras:

1.Uma pessoa só pode se registrar uma vez. Se for descoberto que múltiplas inscrições pertencem à mesma pessoa, o seu registro falhará.
2. Todos os membros incluindo iniciantes são elegíveis.
3. Todas as contas registradas no bitcointalk.org após 22 de agosto de 2017 não são qualificadas.
4. Contas com confiança negativa no Bitcointalk não são qualificados.
5. Todas as contas que aceitam o airdrop devem prestar muita atenção ao canal PoSToken, incluindo o site da ANN, o Twitter ou outros.
6. O direito de explicação final pertence à equipe de desenvolvimento de PoSToken.

Mais informações no tópico do PoSToken no forum BitcoinTalk

Site Oficial

Ethereum: sabe o que é?

Bitcoin é uma palavra que ficou conhecida do público em geral por estar associada a Hacking e ataques de malware como o recente WannaCry. No entanto, Bitcoins, criptomoedas, moedas virtuais e pagamentos anónimos não são coisas inerentemente más, não interessa o uso que lhe dão e, nem todas as criptomoedas têm que estar relacionadas diretamente com o Bitcoin. Segundo o site Coinmarketcap há 686 moedas em circulação mas, ficam de fora, as inúmeras moedas que qualquer utilizador pode criar a partir do código de outra moeda.
Em 2014 surge então o Ethereum que, para além de ser uma moeda digital, é também uma plataforma para a criação de contratos digitais “inteligentes” cujo objetivo principal é permitir que pessoas comercializem e façam negócios com pessoas desconhecidas pela internet sem a necessidade de uma grande autoridade central agir como um intermediário.
Como outras criptomoedas, o Ethereum depende de um ficheiro onde armazena as informações sobre as transacções, o blockchain, e esse ficheiro é verificado constantemente de forma distribuida pelos mineiros, que como incentivo para o fazer, ganham recompensas por usar os CPUs ou placas gráficas de ultima geração como as AMD: RX460, RX470, RX480, RX570, RX580 ou Nvidia GTX 1060, GTX 1070, GTX 1080 entre outras.
O que distingue o Ethereum do bitcoin, e a razão pela qual já não é rentável minar bitcoins, é a sual resiliência à mineração com ASICS, peças de hardware dedicadas que simplesmente anularam a utilização de CPUs e Placas gráficas em muitas moedas e deixou o poder de computação pouco distribuído: os grandes investidores compraram cada vez mais hardware de tal forma que apenas uma pessoa detém cerca de 30% do poder computacional de toda a rede bitcoin.

Como funciona a mineração de Ethereum?

Vamos deixar esse tópico para outro dia :). Se gostaram do artigo e querem saber mais digam por favor nos comentários!

E já agora, se quiserem fazer alguma doação como incentivo para benchmarks a placas de mineração de Ethereum podem usar os seguintes endereços:

Bitcoin: 1K6ABaq2up3xptkNfqMkgZC28oRY13SrvG

Ethereum: 0x00466bf5f7b9103bfa0920ff7772d7d5fb5c21ec

Monero: 4ARqBBfbdeg6g8htwRHk284pKGG5fbqhJBKsUzCKt6KaB9sWrKZcB4AMfGvEVMq6D3UNthXD46bJMd79TYm7g9xzJyUWud9

Anet A8 cheap Chinese 3D Printer Prusa clone

So, I finally bought a 3D printer, Anet A8, and guess what? It arrived with the controller DOA 🙁 But no worries, just upgraded to a RAMPS + Arduino setup and everything went fine!

I chose the Anet A8 printer because it’s so damn cheap, but of coarse it’s a bit hit and miss! Me and a friend both ordered one from Gearbest, took like 3 weeks to get here and his works perfect and mine had a faulty stepper driver! Everything worked except the reverse on the Y axis would lack strength and miss a few steps.

I tried to increase VREF on the driver replacing the original 15kohm smd resistor with a 18k but that didn’t work. Since I had a kit Arduino MEGA + RAMPS for another printer I am going to build it was just a matter of connecting everything to the board and changing a few values on the firmware.

It’s not so hard to go from the default board to a RAMPS. In fact I didn’t cut a single wire. I used dupont connectors like we use on breadboards to connect the original cables to the RAMPS and the only place I had to replace the motor cables with ones I got on a BQ motor kit was on the Z axis because they are so close on the board.

Before:

After:

Configuration.h for Marlin RC8

WIFI Repeater/AP/Client Silvercrest Lidl SWV 733 A1

O Lidl costuma ter ocasionalmente alguns produtos da sua marca de electrodomésticos Silvercrest, normalmente remarcados de outras marcas. No caso deste repetidor Wifi a marca original é a Targa, uma conhecida marca Alemã.

Esta unidade vem substituir outra da mesma marca que era a SWV 300 B2 que apenas suportava a norma 802.11N.

De acordo com a ficha técnica, esta unidade é dual band, ou seja, pode trabalhar quer nos 2,4 GHz quer nos 5,8 GHz o que lhe permite conjugar as duas bandas para atingir uma velocidade máxima teórica de 733 Mbps: 300 Mbps da norma 802.11N em 2,4 GHz e 433 Mbps da norma 802.11AC em 5GHz.

De lado, possui um comutador que permite escolher os modos: Access Point, Repeater e Client.

Modo Access Point é o talvez mais utilizado e através de um cabo de rede ligado à porta WAN permite criar uma rede Wifi.

Modo Repeater destina-se à expansão do alcance da sua rede sem fios, em zonas onde não seja prático passar cabo.

Modo Client permite ligar sem fios aparelhos com ligação LAN (como por exemplo computador, consola televisão, etc), que não disponham de ligação WLAN própria, a um router Wireless disponível.

O aparelho dispõe de WPS, e esta é, sem dúvida, a maneira mais prática e simples de configurá-lo.

 


Pontos fortes:

  • Aumenta rapidamente e facilmente o alcance da rede sem fios
  • tecnologia de transmissão de acordo com o mais recente padrão AC com até 733 Mbps
  • 3 diferentes modos disponíveis:
    • Repeater: estender o alcance de redes sem fio;
    • AP: ponto de acesso Wifi na sua rede doméstica, especialmente para routers que não suportem WLAN
    • Cliente: conectar dispositivos existentes com uma conexão de rede
  • Fácil configuração: automaticamente através do botão WPS ou manualmente através de assistente via cabo de rede
  • 2 portas de rede RJ45 (1x LAN, porta WAN 1x, 10/100 Mbit / s)
  • normas WLAN suportadas: 802.11AC/B/G/N (2.4GHz / 5GHz)
  • Preço: € 29,99

 


 



 

Como converter um video em MP4 para MP3

Por vezes é necessário retirar o som de um video no formato mp4 e converter em mp3, quer seja uma gravação do telemóvel, um video do youtube ou outra situação qualquer. Este script em bash consegue fazer essa operação sem problemas de maior.

#!/bin/bash
 
 OPTIND=1
 while getopts "dh" OPTION; do
 case "$OPTION" in
 d) DEL=1 ;;
 h) echo "-d will cause the original to be deleted"
 esac
 done
 shift $((OPTIND-1))
 for i in "$@"; do \
 WAV=$(echo "$i" | sed 's/\.mp4/\.wav/')
 MP3=$(echo "$i" | sed 's/\.mp4/\.mp3/')
 mplayer -quiet "$i" -ao pcm:fast:file="$WAV" -vc dummy -vo null -channels 2
 lame -h -b 192 "$WAV" "$MP3"
 rm "$WAV"
 if [[ "$DEL" = "1" ]]; then
 rm "$i"
 fi
 done
Battle.net

Goodbye Battle.net, hello Blizzard tech

Vivemos num mundo dominado pelo marketing e poucos são imunes a ele, grandes companhias ou pequenas.
Chegou agora a vez da Blizzard Entertainment proceder a uma operação de rebranding, mudança de marca, abandonando o nome Battle.net que a própria companhia desenvolveu em 1996 aquando do lançamento do primeiro Diablo e que permitia encontrar outros jogadores para jogos multiplayer.

Por acaso não posso deixar de me recordar desses tempos com nostalgia uma vez que foi o meu primeiro online multiplayer, com ligações de modem 56k incluídas.

Segundo a companhia, numa época em que o acesso à Internet deixou de ser novidade, e todos os jogos dispõem de um modo multiplayer, manter uma marca separada para uma tecnologia de conectividade deixou de ser necessário e estava a confundir os seus fans.

No entanto, a comunidade não está a reagir de forma positiva, dando a entender que o abandono de uma marca já estabelecida e com um grande reconhecimento como é a Battle.net é uma manobra”infeliz” para não lhe chamar pior.

Em termos de funcionalidades, tudo permanecerá inalterado e a mudança acontecerá gradualmente ao longo dos próximos meses.

Urgente! Falha de segurança afeta todas as versões do Joomla

Foi detetado recentemente uma falha de segurança que expõe todos os sites que utilizem o Joomla, independentemente da versão. A equipa do Joomla já tratou da ocorrência e lançou um patch de segurança, até mesmo para as versões em fim de vida ou End of Life (EOL) como as versões 1.5.x e 2.5.x que pode ser descarregada aqui.
A falha tem a ver com a maneira com que o Joomla faz o processamento dos User Agents dos Browsers e, ao não ser filtrada corretamente, quando escreve os valores para a base de dados, pode levar a uma injecção SQL, SQL injection, e a uma falha de Execução de Código Remoto, Remote Code Execution vulnerability.
No caso da ultima versão do Joomla, basta actualizar através da consola de gestão. Para as versões mais antigas temos que fazer o download do ficheiro afetado, o session.php, e substituir manualmente dentro da pasta libraries\joomla\session\

Num servidor Linux, para corrigirmos a falha numa instalação 1.5.x basta utilizar os seguintes comandos:

#cd /var/www/Site_com_joomla/
#wget https://github.com/joomla/joomla-cms/releases/download/3.4.6/SessionFix15v2.zip
#unzip SessionFix15v2.zip

Ou para uma instalação 2.5.x

#cd /var/www/Site_com_joomla/
#wget https://github.com/joomla/joomla-cms/releases/download/3.4.6/SessionFix25v1.zip
#unzip SessionFix25v1.zip

No caso de os ficheiros estarem indisponiveis, podem ser descarregados aqui e aqui.

Video aqui: